Uma vista é uma superfície enquadrada onde ao fundo existe um objeto, seja ele um monumento, uma edificação, uma colina, um bosque, ou uma árvore isolada. Ao se analisar uma vista deve-se considerar três fatores: o ponto de vista, o espaço livre até onde o olho do observador está e o quadro.
Os pontos de vista podem estar no interior do jardim ou no exterior. No caso dos pequenos jardins das cidades não se deve ter as vistas do lado de fora, contudo, em um jardim extenso, situado no campo, querer traçar as vistas dentro dos limites da propriedade é um erro. Deve-se, ao contrário, respeitar as áreas externas, como as colinas, os rios, os bosques, os vilarejos, o mar etc., pois quando o sol as banha de luz, seus pontos de vista longínquos vão se distanciando como o branco da manhã, o negro da noite e o multicolorido do meio dia. Assim, presenteia-se o observador com a amplitude do mundo.
Quanto aos pontos de partida de linhas de vistas, esses podem ser razoavelmente numerosos, sendo que um deles, geralmente o da edificação, é o principal e domina os outros pontos. Porém a edificação não é somente um centro de partida, mas também um centro de convergência, onde devem passar a maioria das linhas de vista.
Uma vez escolhida a paisagem a ser enquadrada, deve-se colocar nos planos mais distantes árvores altas e nos planos mais próximos árvores cada vez com menor altura. Esse procedimento ajuda a prolongar o espaço favorecendo a sensação de amplitude. Deve-se também ter o cuidado de colocar nos dois lados da linha de vista grupos de árvores que conduzam o observardor a olhar sempre em frente, em direção a vista.
Os pontos de vista podem estar no interior do jardim ou no exterior. No caso dos pequenos jardins das cidades não se deve ter as vistas do lado de fora, contudo, em um jardim extenso, situado no campo, querer traçar as vistas dentro dos limites da propriedade é um erro. Deve-se, ao contrário, respeitar as áreas externas, como as colinas, os rios, os bosques, os vilarejos, o mar etc., pois quando o sol as banha de luz, seus pontos de vista longínquos vão se distanciando como o branco da manhã, o negro da noite e o multicolorido do meio dia. Assim, presenteia-se o observador com a amplitude do mundo.
Quanto aos pontos de partida de linhas de vistas, esses podem ser razoavelmente numerosos, sendo que um deles, geralmente o da edificação, é o principal e domina os outros pontos. Porém a edificação não é somente um centro de partida, mas também um centro de convergência, onde devem passar a maioria das linhas de vista.
Uma vez escolhida a paisagem a ser enquadrada, deve-se colocar nos planos mais distantes árvores altas e nos planos mais próximos árvores cada vez com menor altura. Esse procedimento ajuda a prolongar o espaço favorecendo a sensação de amplitude. Deve-se também ter o cuidado de colocar nos dois lados da linha de vista grupos de árvores que conduzam o observardor a olhar sempre em frente, em direção a vista.
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